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ASRS-18 · OMS
Triagem com o ASRS-18, instrumento da OMS na versão brasileira validada (Mattos et al., 2006). 18 perguntas sobre os últimos 6 meses — um ponto de partida para conversar com um profissional, não um diagnóstico.
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O ASRS-18 (Adult ADHD Self-Report Scale) é um instrumento desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para triagem de TDAH em adultos. A versão brasileira validada foi publicada por Mattos et al. (Rev Psiq Clín, 2006).
O instrumento avalia 18 sintomas em duas partes: a Parte A (9 itens) cobre desatenção e a Parte B (9 itens) cobre hiperatividade e impulsividade. Como ainda não há pontos de corte validados para a população brasileira, esta triagem organiza suas respostas para você levar a um profissional — sem dar um veredito.
TDAH não é exclusividade da infância — estima-se que cerca de 2,5% dos adultos vivem com o transtorno, muitos sem diagnóstico. Sintomas como dificuldade de foco, impulsividade e desorganização persistente podem afetar profundamente a vida profissional e pessoal.
O ASRS-18não tem ponto de corte validado para a população brasileira — por isso esta triagem não classifica o resultado como “positivo” ou “negativo”. Suas respostas são organizadas num registro estruturado (com o relatório em PDF) para você levar a um profissional, que é quem pode interpretá-las no seu contexto.
Independentemente do resultado de qualquer teste, vale procurar um profissional de saúde quando os sintomas duram mais de duas semanas, atrapalham trabalho, estudos, sono ou relações — ou quando o sofrimento está difícil de carregar sozinho. Você não precisa de um escore para merecer cuidado.
Se você está em sofrimento intenso agora: CVV — 188 (ligação gratuita, 24h) · chat em cvv.org.br · SAMU — 192 em emergências.
Não. O ASRS-18 é um instrumento de triagem, e o diagnóstico de TDAH em adultos exige avaliação clínica completa, feita por psiquiatra ou outro profissional habilitado — incluindo histórico desde a infância e impacto em diferentes áreas da vida.
Porque a versão brasileira do ASRS-18 (Mattos et al., 2006) não tem pontos de corte validados para a população do Brasil. Por isso esta triagem não classifica o resultado como positivo ou negativo: ela organiza suas respostas num registro estruturado para você levar a um profissional.
Sim. Não pedimos cadastro, e-mail nem cartão. Nada é gravado sem o seu consentimento explícito — e, mesmo com consentimento, só a escala, o escore e a faixa são salvos, de forma anônima.
Cerca de 5 minutos. São 18 perguntas sobre os últimos 6 meses: a Parte A (9 itens) cobre desatenção e a Parte B (9 itens) cobre hiperatividade e impulsividade.
Sim. O ASRS-18 foi desenvolvido pela OMS e a versão brasileira foi publicada por Mattos et al. na Revista de Psiquiatria Clínica em 2006. Os itens usados aqui são transcritos dessa versão, sem paráfrase.
Sim. Estimativas apontam que cerca de 2,5% dos adultos vivem com TDAH, muitos sem diagnóstico. Sintomas como dificuldade de foco, impulsividade e desorganização persistentes podem afetar trabalho, estudos e relações.
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